É que de lá eu vi a vida
Vi o sol onde o dia se esconde....
E que nas memórias são as ruas, as águas,suas lamas,cheiros e cores
e no sabor dos teus dedos,vejo o susto em que me pegou a natureza.
Mas as pegadas dos teus saltos atravessam o meu reino.
Esse mesmo reino besta que de nada me vale....
Essa mesma porta que se abre...
Quebrando a força da luz que cega meus olhos!
E é pelo caminho em frente a minha casa
que corro com os pés sem roupa
Pois sei que ja vens ao meu encontro,que já vais chegar.
Suspende-me pelos raios do teu dia,
Segura em mim a esperança dos teus dias,
que rola solta em meus planos,
O sangue claro do teu rio
As veias grossas do poty.
Em tuas lendas,em tuas estórias,meninos que comem a beira d'agua
vivi os mesmos sonhos,com os olhos em bugalhos,
sedentos de pedir em seus primeiros momentos.
E quando me adiantei nos dias,
segui as marcas do teu vestido e o couro de tuas sandálias.
E foi nas velhas estradas que ouvi as vozes em romaria,
os cantos dos santos em seus retraidos lamentos.
lágrimas espalhadas de saudades pelo andor....
Manchando meu corpo em linho branco,
dissolvendo a lama escura que compoem as contas do meu rosário.
Vi o sol onde o dia se esconde....
E que nas memórias são as ruas, as águas,suas lamas,cheiros e cores
e no sabor dos teus dedos,vejo o susto em que me pegou a natureza.
Mas as pegadas dos teus saltos atravessam o meu reino.
Esse mesmo reino besta que de nada me vale....
Essa mesma porta que se abre...
Quebrando a força da luz que cega meus olhos!
E é pelo caminho em frente a minha casa
que corro com os pés sem roupa
Pois sei que ja vens ao meu encontro,que já vais chegar.
Suspende-me pelos raios do teu dia,
Segura em mim a esperança dos teus dias,
que rola solta em meus planos,
O sangue claro do teu rio
As veias grossas do poty.
Em tuas lendas,em tuas estórias,meninos que comem a beira d'agua
vivi os mesmos sonhos,com os olhos em bugalhos,
sedentos de pedir em seus primeiros momentos.
E quando me adiantei nos dias,
segui as marcas do teu vestido e o couro de tuas sandálias.
E foi nas velhas estradas que ouvi as vozes em romaria,
os cantos dos santos em seus retraidos lamentos.
lágrimas espalhadas de saudades pelo andor....
Manchando meu corpo em linho branco,
dissolvendo a lama escura que compoem as contas do meu rosário.
Alexandre Farias
Um comentário:
Ei! Que maravilha! Quem o conhece:)? Por onde andou, por quantos caminhos de chão e de céu? Bom cruzar seu espaço... parabéns!
sua fã!!! Imagina quem sou? Sensei...
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